Artista plástico e visitante lado a lado em frente a uma instalação.
- O que é isso?
- É uma releitura dessa coisa do imediatismo urbano, confrontando os valores perenes do alterego inconsciente de cada um de nós... É pop art contemporânea multicultural vanguardista utópica.
- Pra mim parece um bambu enfiado num vaso com areia.
- Você conhece arte?
- Conheço o que não é arte...
Bologue do Giacca
Eu não sou o cara, mas sou um dos dois caras!
Quinta-feira, Abril 19, 2012
Segunda-feira, Abril 16, 2012
Ella, em pessoa: a voz
Hoje é dia mundial da voz. Parabéns a todos os meus amigos e amigas que cantam, entoam, narram, declamam e usam a voz de forma criativa e bela. E nada melhor para marcar esta data do que ouvir Ella, a voz em pessoa. Enjoy!
Domingo, Abril 08, 2012
Lollapaputaqueopriu...
Eu sempre fui meio fresco no que diz respeito a shows de banda ao vivo. Não que eu não goste de concertos ao vivo, ao contrario, é minha preferência. Mas as pessoas exageradamente empolgadas, os fãs fervorosos, os inconvenientes, as filas, os flanelinhas, tudo isso acaba transformando o espetáculo em um martírio.
Agora, vivemos não apenas a era das grandes aglomerações em grandes concertos mas também os festivais nunca foram tão superlativos. São sempre mais de 20 shows, em 5 palcos, com dezenas de milhares de pessoas. E de forma proporcional, aparecem os malas, os espaçosos, os sem-noção, agora em escala industrial.
Estava hoje vendo pela TV o Lollapalloza. Os concertos em si foram interessantes e variados. Mas a quantidade de figuras esquisitas que predominaram no festival me deram um certo cansaço, mesmo à distância. Eu sempre me pego imaginando como seria estar lá no meio e quanto eu estaria curtindo o show considerando todo o entorno de aporrinhação. O próprio dono do festival parecia ser um freak que vive há 40 anos de festas, bebidas e drogas. E falou do Brasil como se fosse uma Disney dos festivais. Sei que faz parte do pacote, mas me deu um cansaço enorme de ver aquela entrevista e desisti até de continuar vendo os shows.
Cada vez mais me parecem bons os concertos vistos pela TV. Só não me sinto velho porque sempre pensei desta forma. Viva a pipoca e o controle remoto.
Agora, vivemos não apenas a era das grandes aglomerações em grandes concertos mas também os festivais nunca foram tão superlativos. São sempre mais de 20 shows, em 5 palcos, com dezenas de milhares de pessoas. E de forma proporcional, aparecem os malas, os espaçosos, os sem-noção, agora em escala industrial.
Estava hoje vendo pela TV o Lollapalloza. Os concertos em si foram interessantes e variados. Mas a quantidade de figuras esquisitas que predominaram no festival me deram um certo cansaço, mesmo à distância. Eu sempre me pego imaginando como seria estar lá no meio e quanto eu estaria curtindo o show considerando todo o entorno de aporrinhação. O próprio dono do festival parecia ser um freak que vive há 40 anos de festas, bebidas e drogas. E falou do Brasil como se fosse uma Disney dos festivais. Sei que faz parte do pacote, mas me deu um cansaço enorme de ver aquela entrevista e desisti até de continuar vendo os shows.
Cada vez mais me parecem bons os concertos vistos pela TV. Só não me sinto velho porque sempre pensei desta forma. Viva a pipoca e o controle remoto.
Terça-feira, Abril 03, 2012
Relatividade
A felicidade é mesmo muito particular e relativa. Para o cigano, felicidade é ver a filha adolescente destruir um dente bom para colocar uma coroa de ouro.
Domingo, Abril 01, 2012
Post atrasado, sem graça e divino
Atrasado porque vou comentar notícias de duas semanas atrás: as mortes de Chico Anísio e Millor Fernandes. Duas grandes perdas para nossas artes, sobretudo para nosso humor.
Por essa perda, o post é sem graça, já que não dá pra fazer piada sobre a morte e sobre a tristeza.
E divino por causa da conclusão que pretendo tirar a partir da proximidade das duas mortes. Para levar Chico e Millor numa mesma semana, será que Deus estava precisando de ajuda para rir?
Por essa perda, o post é sem graça, já que não dá pra fazer piada sobre a morte e sobre a tristeza.
E divino por causa da conclusão que pretendo tirar a partir da proximidade das duas mortes. Para levar Chico e Millor numa mesma semana, será que Deus estava precisando de ajuda para rir?
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